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    Barenco Gabrich

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    Barenco & Gabrich Advogados Associados

    Atendimento personalizado, visão integrada dos problemas e entrega de resultados são as características essenciais de nosso escritório.

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    Localizado no coração do Rio de Janeiro

    Nosso escritório está próximo aos principais tribunais

Proteger vidas, esta é a prioridade no momento


Muitas dúvidas vem surgindo sobre o que acontecerá com quem trabalha, ou desenvolve atividades empresariais de pequeno e médio porte, pode fazer para manter suas atividades evitar ou minimizar os impactos da crise sanitária neste dias de redução de atividades ou mesmo de paralisação, decorrentes da pandemia do novo corona vírus (Covid-19).
É importante buscar o contato com o Sindicato da categoria profissional para, por meio de diálogo, analisar as soluções mais humanas e juridicamente seguras neste período.

1º – GRUPO DE RISCO – inicialmente, orientamos a imediata interrupção do trabalhado dos empregados pertencentes ao grupo de risco (pessoas acima de 60 anos), isto pode se dar por meio de concessão de férias ou de licença renumerada, e também por meio de realização de banco de horas negociado por acordo coletivo com o sindicato da categoria profissional pelo período de até um ano (art. 7º, XIII da Constituição, art. 59, §2º da CLT), ou por acordo individual por um período máximo de 6 meses (art. 59, §5º da CLT)

2º - PROTEÇÃO DA VIDA – é possível aos trabalhadores a realização de greve, caso sua saúde seja exposta a risco. Aos trabalhadores é assegurado o direito de recusa de trabalhar com finalidade de proteger sua integridade física e psicológica. No caso, a paralisação visa proteger também a saúde de toda a comunidade, uma vez que o deslocamento sem os cuidados orientados pelas autoridades de saúde coloca em risco a saúde de todos (art. 9º da Constituição, art. 3º, 7.1, c, 16, 17, 18, Convenção 155 da OIT);

3º - REDUÇÃO DE SALÁRIOS POR ACORDO COLETIVO OU CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, com garantia do emprego durante o período da redução – é possível realizar acordo de redução de salários durante o período, respeitado o salário mínimo e a garantia de emprego durante o período (art. 7º, IV, VI da Constituição, e art. 611-A, §3º da CLT).

4º BANCO DE HORAS POR ACORDO OU CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO – é possível realizar acordo coletivo ou convenção coletiva de trabalho com previsão de banco de horas, pelo período de até um ano (art. 7º, XIII da Constituição, art. 59, §2º da CLT), ou por acordo individual por um período máximo de 6 meses (art. 59, §5º da CLT)

5º TELETRABALHO - Durante o estado de calamidade pública o empregador poderá, alterar o regime de trabalho presencial para o teletrabalho, o trabalho remoto ou outro tipo de trabalho a distância. Também poderá determinar o retorno ao regime de trabalho presencial, independentemente da existência de acordos individuais ou coletivos, dispensado o registro prévio da alteração no contrato individual de trabalho. Será notificado o empregado com antecedência de, no mínimo, quarenta e oito horas, por escrito ou por meio eletrônico (artigo 4º da MP nº 927/2020). A segurança jurídica é maior se existir diálogo com a entidade sindical da categoria dos trabalhadores.

6º PERMANÊNCIA DO VÍNCULO EMPREGATÍCIO – embora a Medida Provisória 927/2020 faça previsão de que empregado e empregador poderão celebrar acordo individual escrito, a fim de garantir a permanência do vínculo empregatício, com preponderância sobre os demais instrumentos normativos, legais e negociais, respeitados os limites estabelecidos na Constituição (artigo 2º da MP nº 927/2020), A CONSTITUIÇÃO NÃO PODE SER DESRESPEITADA: UM ACORDO QUE NÃO OBSERVE A CONSTITUIÇÃO PODE SER ANULADO PELO JUDICIÁRIO, SEJA POR AÇÃO TRABALHISTA INDIVIDUAL SEJA POR AÇÃO COLETIVA DOS SINDICATO OU DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO. Assim, orientamos que não se faça acordo que contrarie a Constituição da República.

7º ANTECIPAÇÃO DE FÉRIAS INDIVIDUAIS - o empregador informará ao empregado sobre a antecipação de suas férias com antecedência de, no mínimo, quarenta e oito horas, por escrito ou por meio eletrônico, com a indicação do período a ser gozado pelo empregado. Não poderão ser gozadas em períodos inferiores a cinco dias corridos. Poderão ser concedidas por ato do empregador, ainda que o período aquisitivo a elas relativo não tenha transcorrido (artigo 6º da MP nº 927/2020). O pagamento da remuneração das férias concedidas em razão do estado de calamidade pública poderá ser efetuado até o quinto dia útil do mês subsequente ao início do gozo das férias, não aplicável o disposto no art. 145 da CLT (artigo 9º da MP nº 927/2020).

8º CONCESSÃO DE FÉRIAS COLETIVAS - Durante o estado de calamidade pública o empregador poderá conceder férias coletivas e deverá notificar os empregados afetados com antecedência de, no mínimo, quarenta e oito horas. O ideal para a segurança jurídica é que existe diálogo com o Sindicato.
9º DIRETO À SAÚDE E EXAMES. Todos e todas têm direito de serem informados permanentemente sobre seu estado de saúde, de receberem tratamento gratuito, realização de exames e outas medidas preventivas, com pleno respeito à dignidade, aos direitos humanos.
Desejamos um mundo mais solidário, mais humano e saúde para todos.

Ficamos á disposição para esclarecimentos

Estipulamos o retorno a partir de 16 de abril de 2020

Rio de Janeiro, 25 março de 2020.

Barenco e Gabrich Advogados Associados

Áreas de Atuação

Veja com detalhes nossas áreas de atuação:

O escritório Barenco & Gabrich tem como marca a atuação pautada pela qualidade técnica
combinada com um alto padrão de atendimento ético profissional.

Equipe Barenco & Gabrich

Uma equipe de advogados com sólida formação acadêmica e pluralidade de experiências, habilitados para construir as melhores soluções.

Alexandre Barenco Ribeiro

Advogado

Formado em 1994 pela Faculdade Nacional de Direito – UFRJ, com Mestrado em Relações Privadas e Constituição pela Faculdade de Direito de Campos e especiação em Direito do Trabalho e Previdenciário pela PUC/RJ, é sócio do Escritório de Advocacia Barenco & Gabrich – Advogados Associados. Foi Gerente Executivo Jurídico da Fundação Petrobras de Seguridade Social – PETROS, de abril de 2015 a abril de 2019, membro da Comissão Jurídica Nacional da ABRAPP de abril de 2015 a dezembro e 2017; e subcoordenador da Comissão Jurídica Regional da ABRAPP de janeiro de 2018 a abril e 2019. É professor de Direito Constitucional e de Direito Administrativo.

Daniele Gabrich Gueiros

Advogada

Advogada e Professora da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Doutoranda pelo PPGD da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ. Possui graduação em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992) e mestrado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1996). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito do Trabalho e Sindical.

Juliana Lima de Almeida

Advogada

Advogada com atuação há mais de 15 anos no contencioso cível, especificamente nas áreas do direito do consumidor, orfanológico, família, contratos, responsabilidade civil e fazenda púbica. Graduada e pós graduada em direito civil e processo civil pela Universidade Gama Filho.

Adriana Tauil Barenco Ribeiro

Advogada

Formada em 1994 pela Faculdade Nacional de Direito - UFRJ. Foi Assessora Jurídica da Procuradoria Geral do Município de Angra dos Reis. Atua há 25 anos no contencioso, em especial na área de Família e da Fazenda Pública. Sócia do escritório de Advocacia Barenco & Gabrich - Advogados Associados desde sua formação, em 2009.

ATILA BARBOZA DOS SANTOS

Advogado

Advogado com atuação há mais de 10 anos no direito público, privado, coletivo e contencioso cível, especificamente nas áreas do direito do consumidor, orfanológico, família, contratos, responsabilidade civil e fazenda púbica. Pós graduado em processo civil pela Universidade Gama Filho.

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